Figuras históricas

Conheça e aprenda com as figuras históricas do passado para desenvolver a humanização no presente. Leia o artigo na íntegra e saiba mais sobre as figuras históricas com a Humanizae!

figuras históricas

Leia também: O ser humano no período pós-contemporâneo

Ninguém nasce sabendo de tudo. Mas, às vezes, o mundo precisa de pessoas que nascem querendo saber de alguma coisa a mais. Nascem, por exemplo, com capacidade para fazer a história. Essas pessoas, às vezes, são chamadas de “figuras históricas”.

O que são figuras históricas?

Conhecer as figuras históricas da humanidade é importante porque elas nos ajudam a compreender o mundo em que vivemos. Essas pessoas são um exemplo de como os valores são construídos e alterados ao longo do tempo para construir os parâmetros de julgamento que temos hoje.

Figuras históricas são pessoas que tiveram um papel significativo na história da comunidade. Eles podem ter sido líderes, artistas, cientistas, esportistas ou qualquer outra função que tenha feito uma contribuição notável para o tempo e espaço da humanidade.

Há figuras históricas hegemônicas como Nelson Mandela, Mahatma Gandhi e Martin Luther King Jr, pessoas que dedicaram a vida à justiça e igualdade.

Por isso, estudar as figuras históricas da humanidade é importante para encontrarmos exemplos importantes de inspiração valores e conceitos que sejam significativos para a história. Assim, ao estudar sobre as figuras históricas da humanidade você adquire referências que podem ser decisivas para orientar as suas experiências individuais e sociais.

10 exemplos de figuras históricas

  1. Julius Caesar
  2. Cleopatra
  3. King Tut
  4. Leonardo da Vinci
  5. Marie Curie
  6. Martin Luther King Jr.
  7. Nelson Mandela
  8. Mahatma Gandhi

Atualmente, a internet disponibilizou um acervo gigante de informações que nos permitem conhecer trabalhos e curiosidades de uma figura histórica.

Para isso, conheça a página de Arte e Cultura do Google para encontrar figuras históricas que podem ter uma grande influência na sua vida pessoal ou profissional.

Por que as figuras históricas são importantes?

As figuras históricas são importantes porque elas nos ajudam a entender o pensamento de um período histórico, bem como as mudanças de paradigma do mesmo.

Uma figura histórica no mostra o que é possível e o que não é possível dentro da realidade de uma sociedade. Elas nos ensinam lições importantes sobre o passado, presente e futuro da humanidade.

O que forma uma figura histórica?

Uma figura histórica é uma pessoa que causou um impacto significativo em um lugar, objeto ou em um documento de grande relevância para a história de uma comunidade, tendo um marco na memória das pessoas ao longo dos tempos.

Nós, como indivíduos, somos finitos na duração de nossas vidas. Mas, quando lutamos por uma causa maior, estendemos nossa existência para o infinito. 

Figuras históricas foram pessoas que motivaram transformações além de seu tempo e romperam a barreira do finito, estendendo-se para o infinito da existência humana.  

O que fazem as figuras históricas?

Os costumes e habilidades em comum de figuras históricas podem incluir a capacidade de liderar, pensar de forma criativa, ter determinação, boas habilidades de comunicação e ter resiliência.

Figuras históricas hegemônicas

A história hegemônica é uma das correntes historiográficas que se utiliza do conceito de hegemonia para analisar os processos históricos.

Para os autores da história hegemônica, o conceito de hegemonia é fundamental para entender os processos históricos. Segundo eles, a hegemonia é um fenômeno multidimensional, que envolve politica, economia, ideologia e cultura. Além disso, a hegemonia é um processo dinâmico, que está sempre em construção.

Segundo um dos seus principais expoentes, Perry Anderson, a história hegemônica “(…) procura situar as transições e os conflitos fundamentais da história mundial na luta de classes e de projetos de sociedade” (ANDERSON, p. 13). Assim, nesse artigo será apresentado o que é a história hegemônica, analisando sua origem, os principais autores e suas principais ideias.

O termo hegemonia, de acordo com Perry Anderson, é composto por duas palavras gregas: hegemonia, que significa “mando”, e logos, que significa “conhecimento”. Assim, o conceito de hegemonia pode ser traduzido como “conhecimento do mando”.

A história hegemônica é uma história marcada pelo conflito. Segundo os autores da história hegemônica, a história mundial está dividida em duas grandes eras: a era da hegemonia europeia e a era da hegemonia americana.

A era da hegemonia europeia foi marcada pelo conflito entre a hegemonia europeia e as outras civilizações. Segundo os autores da história hegemônica, a hegemonia europeia foi construída a partir da dominação das outras civilizações.

A era da hegemonia americana foi marcada pelo conflito entre a hegemonia americana e o socialismo. Segundo os autores da história hegemônica, a hegemonia americana foi construída a partir da derrota do socialismo.

Os principais autores da história hegemônica são Perry Anderson, Immanuel Wallerstein e Eric Hobsbawm.

Perry Anderson é um dos principais expoentes da história hegemônica. Ele nasceu na Inglaterra, em Anderson é professor de ciência política na Universidade de Califórnia, em Los Angeles.

Immanuel Wallerstein nasceu nos Estados Unidos, em Wallerstein é professor de sociologia na Universidade de Yale.

Eric Hobsbawm nasceu na Inglaterra, em Hobsbawm é professor de história na Universidade de Cambridge.

Os principais conceitos da história hegemônica são hegemonia, civilização, era da hegemonia europeia e era da hegemonia norte-americana.

A hegemonia é o poder de um grupo social para determinar os processos históricos.

A civilização é um conjunto de valores, crenças e tradições que caracterizam um grupo social.

A era da hegemonia europeia foi marcada pelo conflito entre a hegemonia europeia e as outras civilizações.

A era da hegemonia norte-americana foi marcada pelo conflito entre o capitalismo e o socialismo.

É importante destacar que a história hegemônica foi fortemente criticada a partir da segunda metade do século XX devido a associação ideológica à classe dominante, que utilizava os recursos narrativos da História para construir “heróis” e “vilões”.

Por isso, como reação crítica à história hegemônica, pesquisadores adotaram o ponto de vista dos povos dominados para entender a construção de outras narrativas para compreender o mundo atual.


A luta da história contra hegemônica

Existe uma grande controvérsia sobre o que significa história contra hegemônica.

No entanto, podemos dizer que a história contra hegemônica é aquela que busca contar a história de forma alternativa a corrente tradicional de grandes poderes.

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Leia também: Relativismo cultural e a antropologia contemporânea

Muitos historiadores acreditam que a história hegemônica é uma narrativa que busca privilegiar os interesses de uma determinada classe ou grupo.

A história contra hegemônica, ao contrário, busca contar a história de forma mais equânime, dando voz aos grupos que normalmente são marginalizados e não tiveram a oportunidade de construir uma narrativa que pendurasse no tempo.

Alguns defendem que a história contra hegemônica é uma forma de reescrever a história de modo a favorecer determinados grupos. Outros, no entanto, acreditam que a história contra hegemônica é uma importante ferramenta de resistência para mudar a realidade de povos que sofreram séculos de opressão e apagamento de suas culturas, sendo a história contra-hegemônica uma forma de reviver a diversidade de outros grupos sociais.

Portanto, a história contra hegemônica é uma importante ferramenta de resistência e crítica, que pode ajudar a mudar a realidade para entender o funcionamento das dinâmicas sociais da humanidade. Ela é importante porque conta a história de forma alternativa, fora dos pontos de vista comuns dos métodos tradicionais de narrativa.

Assim, a história contra hegemônica pode nos ajudar a crítica necessária para construirmos uma sociedade mais justa e igualitária.


Figuras históricas contra hegemônicas

Quando pensamos em figuras históricas, logo vêm à mente grandes nomes como Napoleão Bonaparte, Abraham Lincoln, Mahatma Gandhi, entre outros. Essas pessoas foram decisivas para o avanço de suas sociedades, influenciando diretamente na formação das nações e na construção de seus ideais.

Nem todas as figuras históricas têm um legado positivo. Muitas deles tiveram que cometer atrocidades em suas próprias comunidades ou em comunidades estrangeiras.

Porém, há também aquelas que, apesar de não ter visibilidade, foram fundamentais para a formação de um pensamento crítico e resistente à hegemonia. São as chamadas figuras históricas contra hegemônicas.

Quem são as figuras históricas contra hegemônicas?

Figuras históricas contra hegemônicas são indivíduos ou grupos que resistem às ideias dominantes, buscando construir um pensamento social alternativo. Essas pessoas não necessariamente têm uma visibilidade grande, e muitas vezes atuam de forma subterrânea.

Esses movimentos têm em comum o objetivo de construir uma sociedade mais justa, igualitária e inclusiva.

Conheça agora 7 figuras históricas contra hegemônicas

  1. Luíz Gama;
  2. Zumbi dos Palmares;
  3. Lélia Gonzalez;
  4. Ailton Krenak;
  5. Hannah Arendt;
  6. Milton Santos;
  7. Paulo Freire;

Por que é importante conhecer as figuras históricas contra hegemônicas?

Conhecer as figuras históricas contra hegemônicas é importante porque elas representam uma resistência às ideias dominantes. Essas pessoas são fundamentais para a construção de um pensamento crítico e resistente, que pode levar a uma transformação social.

Além disso, as figuras históricas contra hegemônicas nos ensinam a questionar os valores estabelecidos e a refletir sobre as desigualdades sociais. Elas nos mostram que é possível construir um mundo melhor e que é necessário lutar pelos nossos direitos.

Considerações finais

Ao longo da história, diversas figuras políticas e ideológicas tornaram-se hegemônicas, ou seja, passaram a dominar o cenário político e os discursos produzidos para a população.

As figuras costumam ser referência em suas respectivas áreas de atuação e pensamentos que frequentemente examinados e reproduzidos pela humanidade.

As figuras históricas contra hegemônicas são essenciais para a construção de um pensamento crítico e resistente. Elas nos mostram que é possível lutar contra a opressão e construir um mundo melhor. Por isso, é importante conhecê-las e entender o seu papel na história.

Para começar, é importante entender o conceito de hegemonia. Hegemonia é um termo utilizado na ciência política para se referir à dominação de uma região, um grupo social ou uma ideologia sobre outros.

No entanto, há também figuras históricas que se opuseram à hegemonia e construíram contra hegemonias. Elas costumam ser negligenciadas pelos historiadores, mas merecem ser estudadas, uma vez que suas ideias e ações podem nos ajudar a compreender melhor a história.

Geralmente, a hegemonia é exercida através da imposição de uma perspectiva única sobre a realidade, o que faz com que os outros grupos sejam silenciados e marginalizados. É importante destacar que a hegemonia não significa necessariamente o domínio da força, mas sim a conquista da opinião pública.

No campo das ideologias, podemos citar o liberalismo, o socialismo e o comunismo. Essas ideologias foram responsáveis por influenciar diversos movimentos políticos ao longo da história.

Há, no entanto, também figuras históricas que se opuseram à hegemonia e construíram uma narrativa contra hegemônica. Essas figuras históricas foram negligenciadas pelos historiadores tradicionais ao longo dos anos, mas hoje ganha destaque pelos historiadores contemporâneos porque merecem ser estudadas, uma vez que as ideias e ações podem nos ajudar a compreender melhor a construção da história.

Por isso, estudar humanidades é importante para conhecermos as figuras que foram influentes ao longo da história. Além disso, estudar humanidades nos da os recursos necessários para analisar e contrapor diferentes pontos de vista para a melhor compreensão de uma situação.

Para isso, conhecer uma figura histórica pode ser decisivo para conhecer referências significativas para a construção de uma subjetividade que entregue valor para a história.

Recomendações

Se quiser estudar mais sobre figuras históricas, recomendamos os seguintes livros como referência:

Figuras da história –  Jacques Ranciere

Titãs da história: Os gigantes que mudaram o nosso mundo – Simon Sebag

Filósofas: O legado das mulheres na história do pensamento mundial –  Natasha Hennemann 

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